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Dicas de Português

1ª) ORA ou HORA?

Está correta a frase “A Raquel…por HORA, só quer comemorar”?
O leitor tem razão. Ela poderia comemorar por hora, por minuto, por segundo…
Erro grosseiro. O certo é: “…por ORA, só quer comemorar.” (=por agora, neste momento)
Hora com “h” são 60 minutos: “Ele só andava a 100 quilômetros por hora”.


2ª) Ele está DE férias ou EM férias?

Tanto faz. As duas formas são aceitáveis.
Usufrua suas férias sem se preocupar com a preposição. Só não esqueça que é uma palavra usada só no plural: “Minhas férias”, “Férias felizes”…


3ª) AMERICANO ou NORTE-AMERICANO?

Jornais portugueses, assim como a maioria dos brasileiros, preferem “Senado AMERICANO” a “Senado norte-americano”.
O argumento seria que NORTE-AMERICANO, na verdade, não se refere aos Estados Unidos, e sim à América do Norte. Corresponderia ao nosso SUL-AMERICANO.
A seleção americana de basquete é a dos Estados Unidos. Uma seleção norte-americana deveria incluir jogadores do Canadá e do México.
Esse argumento é frágil, pois AMERICANO também se refere a todo o continente, à América.
Em razão disso, há quem prefira a forma ESTADUNIDENSE, que na prática não funciona. Quase ninguém usa.
A realidade, porém, é que as formas AMERICANO ou NORTE-AMERICANO estão consagradas quando nos referimos aos Estados Unidos da América do Norte.
Lutar contra isso parece luta inglória.


4a) De 0 a 8 anos?

A frase “Todas as crianças de zero a oito anos devem ser vacinadas no próximo domingo contra…” está correta?
Embora seja uma frase perfeitamente compreensível, eu também acho estranha essa história de uma criança ter zero ano. Ninguém diz que uma criança de oito meses tem 8/12 (oito doze avos) ano de idade.
No meu modo de ver, bastaria dizer: “Todas as crianças até oito anos de idade…”


5a) Tradição milenar?

Leitor estranhou a frase “É a tradição milenar da comida baiana…”
Eu também. Incrível! Eu sabia que já tivemos a festa dos 500 anos do Brasil. O surpreendente, entretanto, é a minha ignorância: não sabia que a comida baiana tem uma “tradição de mais de mil anos”!
Devemos tomar cuidado com os exageros.


6a) FIM ou FINAL?

Leitor faz um alerta: “Um novo modismo invadiu a TV e os jornais. Não há mais fim de semana e sim final de semana.”
Só discordo quanto ao “novo modismo”. Há muito que observamos essa mania não só de “final de semana” mas também de “final de jogo”, “final de ano”, “final do dia”…
FINAL é adjetivo (opõe-se a INICIAL): partida final, prazo final, julgamento final, juízo final…
FIM é substantivo (opõe-se a INÍCIO): fim de semana, fim de jogo, fim de ano, fim do dia…
Substantivar um adjetivo não é erro, mas que você prefere: “Isso é o FIM da picada ou o final da picada”? É bom não confundir com a picada final.
Por outro lado, não podemos esquecer o famoso FINAL FELIZ. Não há quem diga “fim feliz”.
Isso significa, portanto, que o assunto não deve ser tratado como a velha discussão do “certo ou errado”. É questão de preferência.


7a) ATÉ ou NEM?

Leitor questiona o uso da palavra ATÉ na frase: “ATÉ mesmo os jornalistas credenciados não puderam entrar”.
ATÉ é uma partícula de INCLUSÃO.
Na frase acima, temos uma ideia de EXCLUSÃO.
Concordo com o leitor. Ficaria melhor: “NEM mesmo os jornalistas credenciados puderam entrar”.
A “dica”é a seguinte:
Use ATÉ se houver ideia de INCLUSÃO: “ATÉ o presidente estava lá”;
Use NEM se houver ideia de EXCLUSÃO: “NEM o presidente estava lá”.


8a) QUE SE FAÇAM ou FIZEREM?

Na frase “Permanecemos à sua disposição para quaisquer esclarecimentos QUE SE FAÇAM ou QUE SE FIZEREM necessários”, qual é a forma verbal correta?
Tanto faz. As duas formas são corretas.
A diferença é PRESENTE (= que se façam) ou FUTURO (= que se fizerem). As duas ideias são possíveis: esclarecimentos necessários desde já (= presente) ou que venham a surgir (= futuro).
Eu prefiro usar o verbo no futuro do subjuntivo.



9a) Não se PODE ou PODEM fechar bibliotecas?

Leitor estranhou o título de um artigo jornalístico: “NÃO SE PODEM FECHAR BIBLIOTECAS”.
A concordância está correta. É um caso de voz passiva sintética. A partícula “se” é apassivadora. BIBLIOTECAS exerce a função de sujeito. Como o sujeito está no plural, o verbo concorda no plural. É o mesmo que dizer: BIBLIOTECAS NÃO PODEM SER FECHADAS.
Observe outros exemplos:
ALUGAM-SE apartamentos (= Apartamentos são alugados);
CONSERTAM-SE bicicletas (= Bicicletas são consertadas);
DEVEM-SE evitar formas rebuscadas (= Formas rebuscadas devem ser evitadas);
Não se FIZERAM os estudos necessários. (= Os estudos necessários não foram feitos).


10a) TINHA ou TERIA?

Leitor não gostou da frase: “Se não fosse favoravelmente, o juiz tinha indeferido”.
O leitor tem alguma razão. Ele acha que o correto seria o uso de TERIA (= futuro do pretérito) em vez de TINHA (= pretérito imperfeito do indicativo), para respeitar a correspondência dos tempos verbais: pretérito imperfeito do subjuntivo (= FOSSE) com o futuro do pretérito (= TERIA).
É o mesmo caso de:
“Se não CHOVESSE, eu IRIA ao jogo”.
“Se ainda HOUVESSE tempo, ele DEVERIA aceitar o caso.”
O uso do pretérito imperfeito do indicativo em lugar do futuro do pretérito do indicativo não é um erro gramatical. No português de Portugal, isso é muito frequente e aparece, inclusive, em textos clássicos. Há vários exemplos em Os Lusíadas, de Luís de Camões.
No Brasil, hoje em dia, isso está virando realidade. É muito comum ouvirmos: “Se não chovesse, eu IA ao jogo”.
Embora não seja erro, prefiro o uso do futuro do pretérito: “Se não chovesse, eu IRIA ao jogo”.


11ª) Eu voltei A SI ou A MIM?

Leitor quer saber: “Pode-se dizer EU VOLTEI A SI? Para mim soa bastante errado (…) Evitei consultar gramáticas em Portugal, porque eles têm uma maneira muito diferente de lidar com este pronome”.
Nosso leitor está certo. No Brasil, o pronome SI é usado como reflexivo (=a si mesmo). Outro aspecto importante é o fato de ser um pronome de 3ª pessoa. Aqui no Brasil: “Eu voltei a mim” (=1ª pessoa) e “Ele voltou a si” (=3ª pessoa).
Vou repetir uma historinha que eu já contei aqui. Um aluno estava de cabeça baixa durante uma aula. Ao me aproximar, ele levantou a cabeça e desculpou-se: “Eu estou um pouco fora de si”. Prontamente, eu lhe respondi: “Graças a Deus, continue assim”.


12ª) Qual é a forma correta?

a)    Despedimo-nos ou Despedimos-nos?
b)    Elocubrações ou Elucubrações?
c)    Encapuzado ou Encapuçado?


As formas corretas são:
a)    Despedimo-nos;
b)    Elucubrações;
c)    Encapuzado.


13ª) MAU x MAL?

a)    MAU é o contrário de BOM:
“Ele é um MAU profissional” (x BOM profissional)
“O seu MAU humor é insuportável” (x BOM humor)
“Este é o seu lado MAU” (x lado BOM)


b)    MAL é o contrário de BEM:
“Ele fala muito MAL” (x fala muito BEM)
“O texto foi MAL analisado” (x BEM analisado)
“Ele está MAL-humorado” (x BEM-humorado)
Pode ser também:
•    conjunção temporal (= logo que, assim que, quando):
“MAL saiu de casa, foi assaltado” (= ASSIM QUE saiu de casa)
•    substantivo (= doença, defeito, problema):
“Possui um MAL incurável”
“O seu MAL é falar demais”


14ª) ANEXO ou EM ANEXO?

Tanto faz. As duas formas são possíveis:
“O documento segue ANEXO” ou
“EM ANEXO, segue o documento”.
Devemos tomar cuidado com a concordância:
a)    A forma EM ANEXO é invariável:
“EM ANEXO, segue a nota fiscal”
b)    ANEXO deve concordar com o substantivo ao qual se refere:
“A nota fiscal segue ANEXA”
“Os formulários estão ANEXOS”.


15ª) VAI-SE RECUPERAR ou VAI SE RECUPERAR?
A dúvida é se devemos ou não usar o hífen.
Com hífen (=vai-se recuperar), temos a ênclise do verbo auxiliar; sem hifen (=vai se recuperar), temos uma próclise do verbo principal.
Isso significa que há uma diferença quanto à pronúncia:
a)    Com hífen, o pronome “se” deve ser pronunciado “junto” com o primeiro
verbo (=vai-se), como se fosse uma única palavra. É uma pronúncia tipicamente lusitana. Em Portugal, os pronomes átonos têm verdadeiramente uma pronúncia fraca, por isso a preferência pela ênclise.
b)    Sem hífen, o pronome “se” é pronunciado separadamente e com maior
força, como se fosse “tônico” (= vai si recuperar). É uma pronúncia tipicamente brasileira. No Brasil, os pronomes átonos têm uma pronúncia mais “forte”, daí a nossa preferência pela próclise.
Estamos, portanto, mais uma vez, diante de uma situação que não deve ser reduzida a um simples caso de certo ou errado.
Se você deseja respeitar a sintaxe clássica, lusitana, use o hífen: “VAI-SE recuperar”; se você prefere uma sintaxe mais brasileira, com o abono de muitos autores e gramáticos, use a próclise: “Vai SE recuperar”.


16ª) PARALIZAR ou PARALISAR?

Leitor quer saber se está correta a frase “…com medo do escuro que cega pra trás, medo do clarão que cega pra frente. Paralizo.”

O medo era tanto que a cegueira foi inevitável. Deve ser por isso que muita gente “paraliza” com “z”.

Por maior que seja o medo, toda PARALISAÇÃO se escreve com “s”.

Se você quiser PARALISAR, tudo bem. Mas, pelo amor de Deus, PARALISE sempre com “s”.

17ª) PERGUNTADO  ou  QUESTIONADO?

1o) QUESTIONAR não é PERGUNTAR.

Se você quer saber alguma coisa, PERGUNTE. Quando nós QUESTIONAMOS alguma coisa, estamos “pondo em dúvida”. Nós podemos, por exemplo, “QUESTIONAR o valor de um projeto, uma prestação de contas, a contratação de um jogador de futebol…”

É interessante observar que a diferença só existe entre os verbos. Um conjunto de PERGUNTAS forma um QUESTIONÁRIO. É que ainda não inventamos o “perguntário”.

2o) Só a coisa pode ser PERGUNTADA.

Quem PERGUNTA PERGUNTA alguma coisa (=objeto direto) a alguém (=objeto indireto). Isso significa que, na voz passiva, só a coisa poderia ser perguntada.

Com muita frequência, encontramos nos nossos bons jornais frases do tipo: “PERGUNTADO a respeito do projeto, o deputado…” ou “O delegado foi PERGUNTADO a respeito do crime”. Aqui temos duas frases em que o uso do verbo PERGUNTAR, Segundo a tradição, é inapropriado: nem o deputado nem o delegado poderiam ser “perguntados”. A realidade linguistica, porém, nos prova o contrário. São formas consagradas, e eu as consider caitáveis na lingual padrão.

Em resumo:

1o) “A validade do contrato foi QUESTIONADA” (=posta em dúvida);

2o) “Foi PERGUNTADO ao deputado se ele seria o candidato a prefeito” (=a coisa foi PERGUNTADA ao deputado).



18ª) COMUNICADO  ou  INFORMADO?

Alguns leitores querem saber se é correto dizer: “A polícia já foi COMUNICADA…” ou “O presidente não foi COMUNICADO…”

O verbo COMUNICAR apresenta um problema igual ao do verbo PERGUNTAR: só a coisa deveria ser COMUNICADA.

É outro caso em que o uso consagrado vai contra a tradição. Na minha opinião, são formas perfeitamente aceitáveis, mas que, em concursos, são consideradas “erradas”.

Quem COMUNICA COMUNICA alguma coisa (=objeto direto) a alguém (=objeto indireto). Isso significa que “ninguém deveria ser comunicado”.

O mais adequado, portanto, é: “O crime FOI COMUNICADO à polícia” e “O incidente não FOI COMUNICADO ao presidente”.

Outra solução é substituir o verbo COMUNICAR pelo INFORMAR. Quem INFORMA INFORMA alguma coisa (=objeto direto) a alguém (=objeto indireto) ou INFORMA alguém (=objeto direto) de alguma coisa (=objeto indireto). Isso significa que temos duas opções:

“A polícia FOI INFORMADA do crime”;

“O presidente não FOI INFORMADO do incidente”.

19ª) INVEROSSÍMEL ou INVEROSSÍMIL?

O certo é INVEROSSÍMIL.

Para o leitor que desconhece o significado, INVEROSSÍMIL é o que NÃO tem VEROSSIMILHANÇA (=semelhança com a verdade): IN (=não) + VERO (=verdade) + SÍMIL (=similar, semelhante).


20a) PORQUE ou POR QUE ou PORQUÊ ou POR QUÊ?

a)    PORQUE = conjunção causal ou explicativa:

“O advogado não compareceu à reunião PORQUE está doente.”

“Feche a porta PORQUE está ventando muito.”

b)    PORQUÊ = forma substantivada (com artigo “o” ou “um”):

“Ela quer saber o PORQUÊ da sua demissão.”

“O diretor quer um PORQUÊ para tudo isso.”


c)    POR QUÊ = no fim de frase (antes de pausa forte):

“Parou POR QUÊ?”

“Se ele mentiu, eu queria saber POR QUÊ.”

“Quero saber POR QUÊ, onde e quando.”


d)    POR QUE

  • em perguntas (diretas ou indiretas):

“POR QUE parou?”

“Gostaria de saber POR QUE você viajou.”

  • substituível por POR QUAL, PELO QUAL, PELA QUAL…

“Só eu sei as esquinas POR QUE passei.” (=pelas quais)

“É um drama POR QUE muitos passam.” (=pelo qual)

  • com a palavra MOTIVO antes, depois ou subentendida:

“Desconheço os motivos POR QUE a viagem foi adiada.” (=pelos quais)

“Não sei POR QUE motivo o advogado não veio.” (=por qual)

“Não sei POR QUE ele não veio.” (=por qual motivo).


21a) VER ou VIR?

Leitor quer saber se a frase “Se você o ver, peça a ele que me ligue” está correta.

Nessa frase, o verbo VER deveria estar no futuro do subjuntivo. O certo é: “Se você o VIR…”

O futuro do subjuntivo do verbo VER é:

Quando ou se eu VIR, tu VIRES, ele VIR, nós VIRMOS, vós VIRDES, eles VIREM.


22ª) Qual é a forma correta?

a) os óculos escuros  ou  o óculos escuro ?

b) nada a ver  ou  nada haver ?

c) a maestro  ou  a maestrina ?

d) escrevi em baixo  ou  escrevi embaixo ?

e) ata por mim assinada  ou  ata pôr mim assinada ?



O certo é:

a)    os óculos escuros;

b)    nada a ver;

c)    a maestrina;

d)    escrevi embaixo;

e)    ata por mim assinada.


Qual é o Gênero?


À exceção dos seres sexualmente diferenciados, o gênero de alguns substantivos fixa-se ao longo da evolução histórica de cada língua. Assim, não raro um mesmo substantivo difere, quanto ao gênero, de uma língua para outra. Existem palavras que possuem gênero ambíguo, a elas se aplicando tanto o masculino como o feminino. Há nomes que são chamados comuns de dois, por se aplicarem a ambos os sexos. Diante das variações possíveis, o gênero de algumas palavras costuma provocar discussões. Veja a seguir as dúvidas mais frequentes:
O guaraná ou a guaraná? O refrigerante, feito de um fruto da Amazônia, possui gênero masculino, da mesma forma que o fruto. Fala-se erradamente em ‘a guaraná’, por analogia a outros refrigerantes (como a Coca, Pepsi, etc.).
Por Exemplo: Vamos beber um guaraná.
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O aguardente ou a aguardente? É substantivo de gênero feminino.
Por Exemplo: Esta aguardente é a melhor que encontramos no mercado.
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O gambá ou a gambá? Tanto faz. As duas formas são corretas.
Por Exemplo: A gambá é um animal mamífero.
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O pernoite ou a pernoite? É substantivo de gênero masculino.
Por Exemplo: O pernoite nesta pousada está um pouco caro.
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O sabiá ou a sabiá? Tanto faz. As duas formas são corretas.
Por Exemplo: O canto da sabiá é muito conhecido.
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O laringe ou a laringe? Tanto faz. As duas formas são corretas.
Por Exemplo: O laringe evita a penetração de alimento na traqueia.
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O diabete ou a diabete? As duas formas são aceitas. Em alguns casos, usa-se diabetes, que apesar do "s" final, trata-se de um vocábulo no singular. Assim, tem-se: o diabete, a diabete, o diabetes ou a diabetes.
Por Exemplo: Na aula de biologia, estudaremos o diabete.
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O fênix ou a fênix? É substantivo de gênero feminino.
Por Exemplo: A ave fênix, segundo a tradição egípcia, renascia das próprias cinzas.
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O cal ou a cal? É substantivo de gênero feminino.
Por Exemplo: A cal que vamos utilizar na obra já foi encomendada.
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O púbis ou a púbis? É substantivo do gênero masculino.
Por Exemplo: O púbis é a parte mais anterior do osso ilíaco.
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O xerox ou a xerox? Tanto faz. As duas formas são aceitas.Por Exemplo: Peguei o xerox que a professora solicitou.generos_xerox.jpg (2706 bytes)
O magazine ou a magazine? É substantivo de gênero masculino, originado da forma francesa magasin (armazém).
Por Exemplo: O magazine abrirá neste feriado.
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O mascote ou a mascote? É substantivo de gênero feminino, originado da forma francesa mascotte (representa boa ventura, boa sina). A mascote pode ser representada por pessoa, animal ou coisa, cuja presença traga boa sorte.
Por Exemplo: Nos jogos pan-americanos de 2007, o Brasil elegeu uma mascote.
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O fondue ou a fondue? É substantivo de gênero feminino, corresponde ao particípio passado do verbo fondre, que em francês significa fundir (derreter). O dicionário Aurélio e o Vocabulário Ortográfico da ABL registram fondue como substantivo de gênero feminino. Para o dicionário Houaiss, é substantivo de dois gêneros.
Por Exemplo: Nos dias frios, gosto de saborear uma fondue.
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O musse ou a musse? É substantivo de gênero feminino, originado da forma francesa mousse (espuma), referindo-se a uma preparação culinária leve e espumosa.
Por Exemplo: Adoro a musse de maracujá feita por minha mãe.
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O baguete ou a baguete? Segundo os dicionários Aurélio e Houaiss, é substantivo de gênero feminino. A palavra tem origem na forma francesa baguette (bastão pequeno e fino).
Por Exemplo: Comprei uma baguete para comer durante a tarde.
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O champanhe ou a champanhe? É substantivo de gênero masculino, pois refere-se a um vinho. A palavra originou-se da forma francesa champagne.
Por Exemplo: O champanhe é um vinho branco mundialmente conhecido e produzido na região de Champagne, no nordeste da França.
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A domicilio ou Em domicilio?
 

A domicílio ou em domicílio: domicílio é a casa de residência de alguém - O domicílio do cidadão é inviolável. As cartas eram entregues no domicílio do médico.
 
A locução a domicílio está sendo usada indistintamente, a locução cabível - Damos aula em domicílio. Consertam-se televisores em domicílio. 
 
 A Princípio ou Em Princípio?
 
Em princípio - significa, em tese, teoricamente, antes de qualquer consideração - Em princípio, sua proposta nos interessa, mas só a direção da empresa é que pode aceitá-la.Com seu pensamento concordava, em princípio, a diplomacia inglesa.
 
Não se deve confundir com a locução, a princípio, que significa: no começo, inicialmente.
A princípio, tudo parecia um mar de rosas, porém não tardaram a surgir dificuldades.