segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Baía de Todos os Santos ou Baía de Todos-os-Santos?

 




Conforme o novo acordo ortográfico, grafam-se com hífen os topônimos (nomes próprios geográficos) iniciados por grã, grão, verbo ou cujos elementos estejam ligados por artigo: Grã-Bretanha, Grão-Pará, Abre-Campo, Passa-Quatro, Quebra-Costas, Quebra-Dentes, Traga-Mouro, Trinca-Fortes, Entre-os-Rios, Montemor-o-Novo, Trás-os-Montes, Baía de Todos-os-Santos.

Os demais topônimos se escrevem sem hífen: América do Sul, Belo Horizonte, Cabo Verde, Castelo Branco, Freixo de Espada à Cinta, Bósnia Herzegóvina.

Exceção: Guiné-Bissau.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Tente cercar o gato...


Fiz essa brincadeira  no blog flaviobiologo.blogspot.com e achei interessante compartilhar




Vá clicando nos círculos mais claros,eles ficarão mais escuros;
O objetivo é cercar o gato; Não deixá-lo sair das bolinhas.
Para começar,clique no LINK abaixo. 
Boa sorte mas muita percepção!!!
 

 http://www.gamedesign.jp/flash/chatnoir/chatnoir.swf


Uma boa maneira de fazer o cérebro funcionar E PREVENIR ALZHEIMER ... 

sábado, 5 de novembro de 2011

Acento em "que"

A regra de acentuação prevê acento no vocábulo “que” quando ele é tônico. Em geral, isso ocorre nos seguintes casos:

1. QUANDO “QUE” É SUBSTANTIVO, sendo quase sempre precedido do artigo “um”: “Ele tem um quê do pai”; “Nela há um quê de sexualidade contida”.

2. QUANDO “QUE” É INTERJEIÇÃO, sendo imediatamente seguido do ponto de exclamação: “Quê! Ele disse isso?”

3. QUANDO “QUE” ESTÁ NO FIM DA FRASE, caso em que é imediatamente seguido de ponto: “Você tem fome de quê?”; “Essa árvore é um pé de quê?”; “Vou fazer o quê?”

4. QUANDO SE OMITE O VERBO USADO NA ORAÇÃO ANTECEDENTE: “O povo quando escreve troca conserto por concerto, explicar por quê (troca) é difícil”; “Dizer que há policiais corruptos é simples, mas revelar por quê (há policiais corruptos) é complicado”.

5. Na expressão SEM QUÊ NEM PRA QUÊ: “Sem quê nem pra quê, saiu vociferando impropérios”.

A vírgula de “mas”

Há um costume de sempre se empregar uma vírgula depois da conjunção “mas”.

Para algumas pessoas, isso é automático: usou “mas”, vírgula!

No entanto, nem sempre essa conjunção adversativa é acompanhada de vírgula.

A obrigatoriedade da vírgula só existe quando ela liga orações de um mesmo período:

Ele falou muito, mas não disse nada.

Saiu cedo, mas chegou tarde.


Come muito, mas não engorda.


Note que, nesse caso, a vírgula sempre vem antes de “mas”.

A vírgula, porém, é facultativa quando esse “mas” localizado no meio do período tem valor aditivo (equivale a “e”):

Não só o pai mas também o filho viajaram.

Não só o pai, mas também o filho viajaram.


Quando a conjunção “mas” aparece no início do período, a conversa é outra.

Aqui, só haverá vírgula depois dela se houver uma frase intercalada separando-a do resto da oração da qual ela faz parte.

Observe os exemplos:

Mas, apesar dos esforços, a meta não foi alcançada.

Mas, reconhece o ministro, o Brasil precisa economizar mais energia.


Mas, se o quadro não for alterado, o apagão é inevitável.


Veja que em todos os exemplos aparece uma frase entre vírgulas.

Esse detalhe é muito importante, porque uma única vírgula depois do “mas” que inicia período é indicativo de erro.

Isto é, se não forem duas vírgulas, a pontuação provavelmente estará equivocada.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O conhecimento está em VOCÊ


Onde está o conhecimento?

 Muitas pessoas podem dizer que esta nas escolas, nas faculdades e nos cursinhos. Porém eu lhe digo que o conhecimento esta em todos os lugares, tipo: na rua, na roça, nas igrejas, em festas, na cadeia, em fim estando em cima da terra e em baixo do céu qualquer lugar pode se aprender alguma coisa. Visto que o conhecimento esta dentro de cada um de nós.

O meu amigo Sócrates (470-399 a.C.) dizia que todos nós somos capazes de alcançar o conhecimento, para comprovar isso Sócrates tinha longas conversas com os escravos da Atena. Outro amigo nosso era Platão (427- 347 a.C.) Ele acreditava que nossas almas, vinham de um lugar chamado “mundo das Ideias”. Neste mundo, saberíamos de todas as coisas que podem existir, porém quando essa alma deixa o mundo das ideias para entra no nosso mundo, ela precisa de um corpo, esse corpo apodrece a alma, deixando-a “esquecida” do que já sabe. E a única maneira de deixar a alma com sabedoria novamente é buscando o conhecimento.

Então meus caros Leitores, digo que não tem lugar certo para aprender, e sim lugar para estimular que o conhecimento sai de dentro de você para você mesmo. Professores são mais “treinados” para fazer isso, mas toda pessoa pode também estimular o conhecimento do outro. Ex: Uma Criança de aproximadamente 11 anos pode ensinar um Biólogo e um Historiador a formatar um PC.

Por isso que eu digo que tem gente que se acho o bonzão, mas mande muitos doutores em Letras, Historia e Matemática, saberem o tempo certo e plantar uma Roça de feijão ou Mandioca. Todos somos capazes, basta acreditar nisso.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dica de redação

Quando escrevemos, devemos dedicar especial atenção à escolha das palavras. Nada de exageros, excessos cultistas. O melhor é empregar palavras simples, curtas, com significado preciso e compreensíveis pela maioria dos leitores. Por isso, o bom redator, no lugar de

esposo/esposa,
diligenciar,
falecer,
féretro,
genitora,
matrimônio,
chefe da nação,
unicamente,


optará por

marido/mulher
esforçar-se,
morrer,
caixão,
mãe,
casamento,
presidente,
só.

Uma frase do poeta francês Paul Valéry (1871–1945) resume tudo o que dissemos: “Entre duas palavras, escolha sempre a mais simples; entre duas palavras simples, escolha a mais curta”.

A fora ou afora?

Quase sempre é "afora", em uma palavra.

"A fora", separado, só se usa em oposição a "dentro": "Dedetizou a casa de dentro a fora".

Nos demais casos, "afora": "Foram todos ao cinema, afora o pai"; "Ajuda vários amigos, afora a família"; "Saiu porta afora"; "Andou por este país afora"; "Seguiu rio afora"; "O filme está quebrando recordes de bilheteria mundo afora".

CRASE ANTES DE HORAS

Na maioria das vezes, há crase no "a" que precede horas:

Os supermercados abrem às 7h.
O jogo será à 1h da madrugada.
À 0h do dia 1.º de janeiro, começará a queima de fogos.
Em cinco casos, porém, não há crase nesse "a" que acompanha horas: quando antes dele há as preposições "até", "após", "desde", "entre" e "para". Veja:

Os ingressos serão vendidos até as 18h.
Os portões serão fechados após as 7h30.
O consumo de álcool está liberado desde a 0h de segunda-feira.
Há uma lei que proíbe a prática esportiva na praia entre as 8h e as 16h.
A sessão estava marcada para as 20h.

Regra prática – Substitua a hora por "meio-dia": se der "ao meio-dia", há crase; se não der, esqueça a crase.


Observe: A transmissão começa às 6h30, com crase, porque A transmissão começa ao meio-dia.

Mas: O erro foi identificado pela reportagem após as 19h de ontem, sem crase, porque O erro foi identificado pela reportagem após o meio-dia de ontem.